
Título: O Inescrito Volume 8: O Ferimento
Autor: M. R. Carey
Sinopse: Passado um ano de toda a tragédia e a perda, Tom Taylor finalmente está conseguindo juntar os cacos. Mas, desconectado do poder do Leviatã e das manipulações da Camarilha, o mundo real e o ficcional enfrentam um turbilhão de caos. E o dano parece estar se espalhando. É quando uma série de desaparecimentos chama a atenção de uma jovem detetive-assistente australiana, Didge Patterson. A investigação indica que uma seita conhecida como A Igreja de Tommy está envolvida. Mas, quando uma trupe de fantasmas, um vampiro e um irritante unicórnio juntam-se à história, Tom vê uma crise ainda maior acontecer bem na sua cara. Cabe a Tom e Didge mergulhar nos mistérios da seita e curar “O Ferimento” antes que o mundo real e o ficcional sucumbam! A premiada equipe criativa formada por Mike Carey (Lúcifer) e Peter Gross (Livros da Magia) apresenta esta aventura tumultuosa na qual a fronteira entre a realidade e a ficção pode ficar borrada para sempre!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Inescrito Volume 8: O Ferimento”, de M. R. Carey, publicado pela editora Panini Comics, em 2014 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Panini Comics
Páginas: 148
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Panini Comics trazem histórias que transitam entre o heroísmo clássico e conflitos contemporâneos, com foco em personagens icônicos enfrentando desafios pessoais e ameaças globais. A leitura costuma envolver narrativas de ação com ritmo dinâmico, muitas vezes ambientadas em cidades modernas ou cenários cósmicos, onde alianças e rivalidades se desenrolam com tensão constante. O catálogo apresenta uma predominância de quadrinhos no formato americano, frequentemente combinando elementos de suspense, batalhas épicas e dilemas morais. Há obras que privilegiam o desenvolvimento de grupos e equipes, enquanto outras exploram confrontos mais individuais e introspectivos, criando um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom mais direto e visual.
