
Título: O Instrumento das Trevas
Autor: Douglas Preston
Sinopse: Aloysius Pendergast arrasta a sua jovem protegida Constance Greene para uma viagem, na esperança de a fazer esquecer as horríveis experiências que viveu. Num remoto mosteiro do Tibete procuram reencontrar a paz de espírito e Pendergast aproveita o tempo para se dedicar ao treino das artes marciais e a diversos exercícios de meditação. Em troca, o monge que os acolheu acaba por lhes confiar o encargo de recuperar uma preciosa relíquia, que o mosteiro tem à sua guarda desde tempos imemoriais, desaparecida misteriosamente. Pendergast aceita a missão, preocupado com a possibilidade de que este objecto raro e perigoso caia nas mãos erradas e leve à destruição da humanidade. Uma pista acaba por conduzi-los à viagem inaugural de um luxuoso paquete, o Britannia, e a uma travessia do Atlântico marcada pelo terror.O Instrumento das Trevas retoma, com incomparável mestria, o tema clássico do confronto do bem e do mal, do Oriente e do Ocidente, do acaso e do destino.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Instrumento das Trevas”, de Douglas Preston, publicado pela editora Arcádia, em 2010 e com 386 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Arcádia
Páginas: 386
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9725685962
ISBN13: 9789725685969
Sobre a editora
Os livros da editora Arcádia costumam explorar narrativas que transitam entre o histórico e o contemporâneo, com forte presença de conflitos humanos em cenários marcados por tensões sociais ou políticas. Há obras que mesclam memória e ficção para recriar momentos dramáticos, como batalhas ou crises, enquanto outras se aprofundam em relações pessoais intensas, seja em contextos de amor, luta pelo poder ou desafios cotidianos. O catálogo sugere uma diversidade que vai do relato de guerra à fantasia com elementos emocionais, passando por análises sociais e poéticas, o que oferece ao leitor experiências de leitura que podem ser tanto densas e reflexivas quanto envolventes e emotivas.
