
Título: O inútil de cada um
Autor: Mário Peixoto
Sinopse: "Livro de difícil penetração, de compreensão demorada, de aceitação mais longa ainda (falo pelo menos atendendo ao que aconteceu comigo). Livro admirável, uma vez assimilado (mesmo que ainda subsistam no espírito do leitor algumas nuvens – essas que creio que o autor quis que não se dissipassem nunca...). Romance cheio de riquezas, de grandes páginas de compreensão e de emoção. Romance a ler, a reler, a voltar ainda sobre uma ou outra página menos clara – porque ao fim de todo esse esforço foi um verdadeiro romance que se conseguiu fazer erguer – um verdadeiro romance, essa coisa tão rara entre nós, sobretudo nesse momento de aparência de abundância..." Octávio de Faria
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O inútil de cada um”, de Mário Peixoto, publicado pela editora Sette Letras, em 1996 e com 153 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sette Letras
Páginas: 153
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788585625498
Sobre a editora
Os livros da editora Sette Letras convidam a uma experiência de leitura que transita entre a poesia e o ensaio, com forte presença de reflexões filosóficas e históricas. Em seu catálogo, o leitor encontra obras que exploram a linguagem em seus limites, ora com versos que dialogam com a modernidade e a crítica cultural, ora com textos densos que abordam temas como a morte, a memória e a identidade. A narrativa pode ser tanto intimista e fragmentada, como na literatura que evoca o cotidiano urbano e a solidão, quanto mais analítica e acadêmica, como nos ensaios que discutem confluências culturais e pensamento histórico. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras de leitura mais contemplativa e outras que exigem uma atenção mais prolongada e reflexiva.
