
Título: O Inverno do Desenhador
Autor: Paco Roca
Sinopse: Um dos mais premiados autores espanhóis da actualidade, Paco Roca começou a sua carreira na década de 90 nas revistas "El Vibora" e "Kiss Comics", mas a consagração surgiu com o premiado "Rugas", adaptado à animação num filme que mereceu o Prémio Goya e lhe valeu um lugar cimeiro na história da BD espanhola que está na base de "O Inverno do Desenhador". No Inverno de 1957, cinco dos mais populares desenhadores da editora Bruguera decidem abandonar a editora para criarem a revista "Tío Vivo" e tornarem-se os seus próprios patrões. Uma aventura na edição independente que teria vida curta, mas que lançou as raízes para a actual BD de autor, que Roca relata com grande rigor, nostalgia e sensibilidade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Inverno do Desenhador”, de Paco Roca, publicado pela editora Levoir, em 2016 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Levoir
Páginas: 144
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896825920
ISBN13: 9789896825928
Sobre a editora
Os livros da editora Levoir convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o suspense urbano e a densidade emocional de histórias humanas, muitas vezes ambientadas em cenários contemporâneos ou distópicos. O catálogo revela uma predileção por obras que combinam elementos gráficos e literários, com uma forte presença de quadrinhos, novelas gráficas e histórias ilustradas, onde o ritmo pode variar do intenso confronto de personagens até momentos de reflexão silenciosa. As sinopses sugerem um equilíbrio entre tramas mais narrativas, como aventuras de espionagem e fantasia urbana, e outras mais informativas e dramáticas, que abordam temas sociais e históricos com profundidade. A leitura tende a ser envolvente, com tensão crescente e personagens que enfrentam dilemas morais ou desafios existenciais, criando um clima que oscila entre o realismo cru e a imaginação visual elaborada.
