
Título: O Jardim das Carícias
Autor: Rejed Ben Sahlli
Sinopse: Esta pequena maravilha da erotologia oriental, publicada até hoje quase clandestinamente, só é conhecida por raros aficionados, que se encantaram com ela em silêncio. Felizmente os tempos mudaram, e parece urgente apresentar, ao vasto público de leitores apaixonados por aventuras maravilhosas e curiosos quanto às coisas do amor (desde que evocadas com arte), uma edição definitiva deste texto surpreendente, tão delicioso de ser saboreado quanto um sorvete oferecido em pleno deserto por uma mão amiga. Não sabemos quando foi redigido nem mesmo se o misterioso Rejeb ben Sahli algum dia existiu. Ao que tudo indica, os episódios devem ter sido coletados pelo tradutor francês no início do século, junto a narradores magrebianos, embora o contexto do relato seja nitidamente inspirado na antiga tradição árabe-persa. É possível que tenha enfeitado o que ouvia, como se fazia muito na época, mas não haveria por que condená-lo, pois tudo parece ter sido feito pelo prazer - da imaginação de dos sentidos...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Jardim das Carícias”, de Rejed Ben Sahlli, publicado pela editora Martins Fontes, em 1993 e com 210 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 210
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8533602308
ISBN13: 9788533602304
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
