
Título: O lápis do bom Deus não tem borracha
Autor: Louis-Philippe Dalembert
Sinopse: A Editora Letra Livre lança, no Brasil, o romancista franco-haitiano Louis-Philippe Dalembert, perambulante escritor, doutor em Literatura Comparada pela Sorbonne, detentor de diversos prêmios internacionais, entre os quais se destaca o prestigioso “Casa de las Américas”. O romance "O lápis do bom Deus não tem borracha", publicado em vários idiomas, ganha agora o Brasil em uma aclamada versão de Marcelo Marinho e Fernanda Giglio. Os espaços do romance coincidem com a geografia de Porto Príncipe, a eternamente devastada capital do Haiti. Os personagens podem ser encontrados nas ruas dessa ou qualquer outra cidade do terceiro mundo. Vendedores ambulantes, feirantes, sorveteiros e toda a fauna rasa que se acotovela às margens da história da humanidade. Nesse universo, um exilado retorna à casa em que transcorreu sua infância e nada encontra daquilo que zelosamente cultivara em sua memória. Essa perda é o trauma maior que dá sentido à nossa pedestre existência, à vida desses eternos exilados em que nos convertemos, exilados de nossa própria, longínqua e irrecuperável infância.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O lápis do bom Deus não tem borracha”, de Louis-Philippe Dalembert, publicado pela editora Letra Livre, em 2010 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Letra Livre
Páginas: 192
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Letra Livre convidam o leitor a navegar por territórios que combinam análise cultural, história e literatura com uma linguagem que provoca reflexão e sensibilidade. O catálogo apresenta obras que transitam entre ensaios densos sobre globalização e cultura, antologias poéticas que exploram a fragmentação do cotidiano urbano, e narrativas autobiográficas que revelam bastidores do cinema nacional. Há um equilíbrio entre textos mais densos e discursivos e outros que privilegiam o ritmo e a experimentação formal, como nos poemas que exploram o existir e a linguagem. Essa diversidade sugere um olhar atento à complexidade das expressões humanas, seja pela palavra crítica, pelo relato pessoal ou pela construção literária metafórica.
