
Título: O Lírico e o Trágico em Leopardi
Autor: Helena Parente Cunha
Sinopse: Giacomo Leopardi é o maior lírico italiano dos tempos modernos, colocando-se pela inconfundível originalidade de seu estro entre as principais vozes da criação poética de uma época que produziu Goethe, Hölderlin, Byron, Shelley, Vigny. E é esta imensa contribuição que Helena Parente Cunha aborda no presente livro, permitindo-nos não só um acesso a um autor injustamente pouco estudado no Brasil, como a uma nova chave de interpretação de sua obra. Na verdade, ela nos convida a ler ou reler, neste nosso tempo, também atormentado por uma crise profunda, os versos de um poeta que falando-nos de si e do espírito de sua época, nos fala também do homem de hoje e de sempre, razão pela qual Leopardi, na sua Itália, ocupa o centro de um renovado interesse e de fervoroso esforço de recuperação da plena dimensão de seu universo poético e do seu mundo ético e intelectual.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “O Lírico e o Trágico em Leopardi”, de Helena Parente Cunha, publicado pela editora Perspectiva, em 1980 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Perspectiva
Páginas: 112
Ano: 1980
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527305100
ISBN13: 9788527305105
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,112
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
