
Título: O livro das sete cores
Autor: Maria Alberta Menéres
Sinopse: A reedição, em finais de 2006, na Caminho, de "O livro das sete cores", recupera um "clássico" da literatura para crianças, cuja primeira edição remonta a 1983, na Moraes Editores. Organizada em torno do tratamento poético das sete cores do arco-íris, e assumindo uma estrutura narrativa e dialogada, a colectânea revisita e questiona (através da paródia e do humor) algumas das ideias mais comuns associadas às cores em questão, dando conta do seu simbolismo. As ilustrações de Jorge Martins sublinham as sugestões cromáticas dos textos através do recorte de formas que tanto podem recriar objectos, paisagens e personagens, como dispor-se de forma abstracta nas páginas. Para ler, reler, ouvir e contar, os textos de “O livro das sete cores” captam a atenção dos leitores pela musicalidade e o ritmo que os caracteriza, a par dos jogos sonoros, semânticos, visuais e gráficos propostos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O livro das sete cores”, de Maria Alberta Menéres, publicado pela editora Caminho, em 2006 e com 26 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Caminho
Páginas: 26
Ano: 2006
Edição: 1
Linguagem: português
ISBN: 9722118277
ISBN13: 9789722118279
Sobre a editora
Os livros da editora Caminho costumam explorar temas sociais, históricos e políticos com uma linguagem que varia entre o rigor e a leveza irônica. O catálogo traz narrativas que transitam entre o drama humano e a reflexão crítica, muitas vezes ambientadas em contextos marcados por conflitos, mudanças sociais e dilemas éticos. A experiência de leitura pode ser tanto densa e metafórica quanto acessível e direta, com obras que dialogam com a memória coletiva e a cultura, incluindo poesia, crônicas e ficção. O tom ora é sóbrio, ora irônico, e o ritmo pode oscilar entre a fluidez narrativa e a intensidade reflexiva, convidando o leitor a pensar sobre o tempo, a história e a condição humana.
