
Título: O Livro de Ouro dos Orixas
Autor: Júnior Barbosa
Sinopse: A Umbanda cultua e trabalha com Orixás. Não são "caboclos ou falangeiros" de Orixás, mas os próprios, que se manifestam de vários modos, inclusive mediunicamente por meio da incorporação. Nunca encarnaram e pertencem a um grau de adaptação aos encarnados e aos indivíduos em que incorporam, evidentemente tendo ainda de baixar seu alto padrão vibratório para tal. Ora, quando alguém migra do Candomblé para a Umbanda ou vice-versa, por exemplo, o Orixá que o assiste e/ou incorpora muda? Não e por várias razões. Uma delas é porque o Orixá de Umbanda também é doutrinado, assentado etc., de modo que os elementos materiais facilitem e sustentem energeticamente a ação espiritual. Neste livro, o leitor encontrará todas as características de cada Orixá, como sua cor, sua comida, seus elementos e tudo mais que o representa, de uma forma simples e clara.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “O Livro de Ouro dos Orixas”, de Júnior Barbosa, publicado pela editora ANÚBIS, em 2017 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: ANÚBIS
Páginas: 192
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8567855535
ISBN13: 9788567855530
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora ANUBIS convidam o leitor a explorar temas ligados a práticas espirituais brasileiras, com foco especial em Umbanda, orixás, e elementos do sincretismo religioso. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem acessível, que busca desmistificar ritos, crenças e símbolos, apresentando desde preces e simpatias até explicações sobre vocabulário litúrgico e aspectos culturais. O tom varia entre o didático e o reflexivo, com obras que ora aprofundam conceitos, ora propõem exercícios práticos para o autoconhecimento e a vivência espiritual. O catálogo indica uma preferência por narrativas que dialogam com o cotidiano do leitor interessado em espiritualidade, sem se prender a uma única abordagem, pois há textos que exploram desde o histórico até o poético e o ritualístico.
