
Título: O Livro dos Filósofos Mortos
Autor: Critchley Simon
Sinopse: Saber o que constitui uma «boa morte» tem sido uma preocupação dos filósofos desde a Antiguidade. Muitas das mortes dos quase 200 filósofos incluídos neste livro do também filósofo Simon Critchley foram, no mínimo, bizarras. Histórias de loucura, assassinato e fins trágico-cómicos abundam. Heráclito morreu sufocado em bosta de boi; Empédocles saltou para a boca de um vulcão; Jeremy Bentham foi embalsamado e posto em exibição na University College of London, Albert Camus morreu estupidamente num acidente de automóvel no auge da sua fama. Nesta história da filosofia a partir da morte dos seus protagonistas, Critchley mostra como aquilo que os filósofos disseram acerca da morte e a forma como viveram a sua própria pode nos ajudar a encarar de forma muito mais construtiva a nossa finitude.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “O Livro dos Filósofos Mortos”, de Critchley Simon, publicado pela editora Edições 70, em 2021 e com 360 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Edições 70
Páginas: 360
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724423557
ISBN13: 9789724423555
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,450
- Altura (cm): 23,30
- Largura (cm): 15,40
- Espessura (cm): 2,40
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
