
Título: O Livro que me escreveu
Autor: Mário Lúcio Sousa
Sinopse: Diagnosticado com uma grave condição cardíaca, um jovem decide escrever o Livro de sua vida – e realmente o escreve com o coração. Sempre apoiado por sua esposa, ele leva trinta anos para completar a empreitada, enfrentando fome e dificuldades, vivendo a crédito e esperando pagar suas dívidas quando o Livro for publicado. Ao final, envia as páginas datilografadas para o editor, mas elas nunca são recebidas. O desespero leva o casal, junto com amigos e vizinhos, a uma busca frenética por agências dos correios ao redor do mundo, até que o editor insinua que finalmente recebeu o livro. Mas não era o Livro... Então, livros assinados com o nome do escritor começam a surgir por toda parte, e as pessoas passam a lê-los vorazmente, transformando a leitura em um fenômeno global. O Livro que Me Escreveu é uma romance brilhante, um maravilhoso tributo à solidariedade e à leitura, essenciais para a formação do ser humano.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “O Livro que me escreveu”, de Mário Lúcio Sousa, publicado pela editora Solisluna Editora, em 2025 e com 164 páginas, integra a categoria Livros de Auto Ajuda. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Solisluna Editora
Páginas: 164
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788553300518
Sobre a editora
Os livros da editora Solisluna Editora convidam o leitor a navegar entre narrativas que transitam do universo infantil ao adulto, com um olhar atento à cultura afro-brasileira e às tradições populares. A experiência de leitura varia entre histórias de cunho lúdico e poético, como a curiosidade de uma bebê zen, e relatos que exploram mitologias e orixás com respeito e rigor iconográfico. O catálogo também inclui obras que misturam memória, crônica e ficção, com personagens e cenários que evocam tanto o sertão quanto grandes cidades europeias, em um ritmo que ora é contemplativo, ora se lança em devaneios e tensões cotidianas. Há ainda espaço para livros que abordam a infância com sensibilidade realista, desmistificando estereótipos, e para manuais que valorizam saberes artesanais e educativos.
