
Título: O lugar das coisas possíveis
Autor: Nadezhda Bezerra
Sinopse: A capa desse livro não é só um incentivo à arte dos afetos. Ela é um lugar das coisas possíveis. Daquelas que pessoas teimam em dizer impossíveis. Junto com os pais, Arthur e Ana Júlia migraram, tem um tempi- nho, pra terra de Pessoa. Eu poderia dizer Cabral, mas prefiro poe sia à colonização. A saudade, as diferenças culturais, a adaptação e algumas difi- culdades anteriores de aprendizagem, levaram Julinha a um acom- panhamento diferenciado, atividades e alguns testes pedagógicos. O diagnóstico demora, depende de vários fatores e do tempo que leva para a pediatra juntar tudo e marcar consulta. Mesmo assim, ainda no começo de tudo, teve gente querendo sen- tenciar a vida dela. Que ela nunca isso ou nunca aquilo. Como se só houvesse um caminho a seguir e qualquer outro ficasse invalidado. Ela pode muito e ninguém tem o direito de definir o destino de alguém. Menos ainda de uma criança com um mundo de possibili- dades pela frente. Inclusive, fazer a ilustração da capa do livro da madrinha junto com seu irmão mais velho. A arte é mesmo o lugar das coisas possíveis.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O lugar das coisas possíveis”, de Nadezhda Bezerra, publicado pela editora Opera Editorial, em 2024 e com 78 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Opera Editorial
Páginas: 78
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6560811905
ISBN13: 9786560811904
Sobre a editora
Os livros da editora Opera Editorial exploram narrativas que transitam entre o drama psicológico e a ficção especulativa, frequentemente com personagens enfrentando dilemas internos profundos ou situações de crise existencial. O catálogo revela uma predileção por histórias que misturam tensão emocional com elementos de suspense, fantasia ou ficção científica, criando atmosferas densas e por vezes inquietantes. Há obras que privilegiam o relato íntimo e o conflito interno, enquanto outras ampliam o escopo para universos complexos e estratégias de controle social ou cósmico. Essa diversidade sugere uma linha editorial aberta a vozes que desafiam o leitor a acompanhar jornadas tanto pessoais quanto amplas, com ritmos que variam do introspectivo ao mais dinâmico.
