
Título: O Macaco Faz das Suas
Autor: Mary França
Sinopse: Em O macaco faz das suas, Mary e Eliardo França narram cinco histórias em que, mais uma vez, personagens simbólicos – raposas, ratos, macacos, gatos, galos, onças, touros, leões, corujas, micos, sapos, garças, galinhas, entre outros – representam os diferentes tipos humanos, com suas qualidades e defeitos, existentes na sociedade de todos os lugares e de todas as épocas. A astúcia, a esperteza, a ingenuidade, a vaidade, a força, a falsidade, o exibicionismo, o poder, caracterizados, no comportamento dos animais, simbolizam o comportamento dos homens. A Raposa, para se exibir, procurou um caminho de volta ainda mais longo, para que pudesse se mostrar aos habitantes da mata; afinal, não queria que ninguém pensasse que já não era mais a mesma. Compreender a moral presente nessas narrativas alegóricas é uma forma de compreender um pouco a conduta humana.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Macaco Faz das Suas”, de Mary França, publicado pela editora Global Editora, em 2007 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 32
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852601207X
ISBN13: 9788526012073
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 27,50
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
