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O mal-estar da pos-modernidade - Nova edicao

Título: O mal-estar da pos-modernidade - Nova edicao

Autor: Zygmunt Bauman

Sinopse: Em O mal-estar da pós-modernidade ? primeiro livro de Bauman publicado no Brasil ?, o sociólogo polonês faz uma vigorosa reflexão das ansiedades modernas, estabelecendo nexos diretos com o famoso O mal-estar na civilização, de Freud.O mal-estar na civilização, diagnosticado por Freud em 1930, nascia da vitória de Tânatos sobre Eros, da ordem sobre o caos, das normas sobre os instintos. Na sociedade pós-moderna, contudo, a lógica se inverte: o mal-estar surge da desregulamentação do mundo.É disso que nos fala Zygmunt Bauman nesta reunião de artigos e conferências, publicada pela primeira vez em 1997. Se na modernidade o princípio do prazer foi sacrificado frente ao princípio da realidade, em nosso tempo há a oferta de liberdade à custa da segurança: a infixidez prevalece sobre a aflição da incerteza. Está distante o sonho moderno de suprimir as desigualdades. Agora o desejo é de suprimir os desiguais: os estrangeiros, os vagabundos, os dispensáveis.Para esclarecer seu pensamento, Bauman lança mão de dicotomias que encarnam a cisão entre moderno e pós-moderno: arrivistas e párias; arraigados e nômades; produtores e consumidores; legisladores e intérpretes; soldados e mercenários; representação e simulacro.

Contexto da obra

Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “O mal-estar da pos-modernidade – Nova edicao”, de Zygmunt Bauman, publicado pela editora Lovemolo e em 2019, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.

Editora: Lovemolo

Páginas:

Ano: 2019

Edição:

Linguagem: pt-br

ISBN: 6559790436

ISBN13: 9786559790432

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Zygmunt Bauman revela um olhar atento e crítico sobre as tensões da modernidade contemporânea, marcada pela fluidez das relações humanas e sociais. Sua prosa é clara, mas densa, convidando o leitor a refletir sobre temas como insegurança, medo, desigualdade e a fragilidade dos laços que sustentam a vida coletiva. O ritmo varia entre ensaios mais analíticos e diálogos que exploram a complexidade das experiências individuais em um mundo em constante transformação. A tensão intelectual é constante, pois Bauman propõe perguntas sobre o que significa viver em uma sociedade onde as certezas se desfazem e as identidades se tornam instáveis. Em meio a essa fluidez, seus textos mantêm um foco humanista, buscando compreender o indivíduo em meio ao coletivo e os desafios éticos que emergem dessa condição.

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