
Título: O Malungo Chico Science
Autor: José Teles
Sinopse: O malungo sangue bom Chico Science morreu com 31 anos incompletos. Em apenas três anos como contratado da Sony Music, dois CDs e três turnês internacionais, ele orquestrou, com Fred 04, da Mundo Livre S.A., e mais uma turma de mangueboys, a mais influente cena musical surgida no País desde o Tropicalismo. Liqüidificando ritmos regionais com rap, rock, soul, eletrônica e cibernética, Chico Science, líder, compositor e vocalista da Nação Zumbi, partiu deixando sua parabólica enfiada para sempre na revigorante lama dos manguezais da Manguetown. Uma década depois, o mundo inteiro continua captando seus sinais, como atestam os americanos da Nation Beat (atração da Feira Música Brasil, que tem início no próximo dia 7, no Recife), cujo disco de estréia é confessadamente inspirado na música de Chico Science. A influência de Chico Science & Nação Zumbi é clara também em O Rappa e em Pedro Luís e a Parede, declarada no Afroreggae, na Tejo Beat, em Portugal (que realizou um festival dedicado a Science e a Zeroquatro), e na Escócia, onde surgiu um maracatu punk, o Bloco Vomit. Temia-se que a Nação Zumbi calasse seus tambores e silenciasse a voz, o baixo e a guitarra. Mas eles foram em frente, forjaram uma nova sonoridade para a banda, lançando discos e DVDs, fazendo turnês pelo exterior, tão reverenciada como era uma década atrás.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Malungo Chico Science”, de José Teles, publicado pela editora Bagaço, em 2003 e com 109 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bagaço
Páginas: 109
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574094854
ISBN13: 9788574094854
Sobre a editora
Os livros da editora BAGAÇO costumam transportar o leitor para universos marcados por uma forte presença da cultura nordestina e afro-brasileira, onde a memória, a história e as tradições populares ganham voz. A experiência de leitura é frequentemente permeada por narrativas que mesclam poesia e prosa, com um ritmo que ora é lírico e contemplativo, ora traz um tom investigativo e documental. Muitas obras exploram temas sociais densos, como a fome, a discriminação racial e a luta por identidade, sempre com um olhar que valoriza o regionalismo e o cotidiano das comunidades retratadas. O catálogo revela também uma atenção especial a histórias que dialogam com o folclore, a religiosidade e as expressões culturais locais, criando um ambiente de leitura que pode ser tanto imersivo quanto reflexivo.
