
Título: O Marido da Borralheira
Autor: Dyvonne
Sinopse: Todos conheciam a bela jovem como borralheira. Tinha como confidente e amigo, seu padrinho, até o dia em que recebeu uma carta que roubou-lhe todas as esperanças. Vendo-se então abandonada e sem forças, Rejane desesperou-se. Foi quando Guy Leroy a encontrou, e resolveu propor-lhe um casamento que a salvaria e livraria da tirania odiosa de suas irmãs. Mas, após o casamento, seu galante salvador de repente tornou-se sombrio, arrependido, parecia odiá-la tanto que partiu sem explicações, deixando-a sozinha e humilhada. Agora ela representava apenas um fardo na vida de Gui, a única coisa que o faria feliz seria a anulação da união. Rejane não tinha escolha, renunciaria levando seu amor secreto por ele, pois sabia que seria insuportável a reação de seu marido ao saber ser amado por aquela a quem nunca amaria.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Marido da Borralheira”, de Dyvonne, publicado pela editora Companhia Editora Nacional, em 1957 e com 221 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia Editora Nacional
Páginas: 221
Ano: 1957
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Editora Nacional apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas históricas, romances realistas e obras de não ficção com apelo didático e filosófico. O catálogo revela uma atenção especial a histórias que exploram contextos culturais e sociais, desde ambientações europeias medievais até a vida urbana contemporânea, sempre com personagens que enfrentam dilemas pessoais e coletivos. Há também uma presença marcante de obras para o público infantojuvenil, que misturam fábulas, contos filosóficos e aventuras, além de títulos que abordam temas como a mente humana, a amizade e o cotidiano. A diversidade do catálogo da Companhia Editora Nacional permite ao leitor transitar entre textos mais narrativos, como romances e histórias de formação, e obras mais informativas ou reflexivas, incluindo guias práticos e estudos culturais.
