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O marinheiro que perdeu as graças do mar

Título: O marinheiro que perdeu as graças do mar

Autor: Yukio Mishima

Sinopse: "O marinheiro que perdeu as graças do mar" explora partidas e permanências, perdas e ganhos, individualidade e abdicação desta, amor e ódio, violência e paz, explora o convite à vida em dinâmica que é o verão e a inação, a negatividade, a penumbra do inverno, estações que, aliás, intitulam as duas partes em que está dividido este livro. ????? ou Gogo No Eiko, conforme o título em japonês, foi publicado originalmente em 1963, enquadrando-se a meio caminho da carreira de Yukio Mishima. O marinheiro chama-se Ryuji Tsukazaki, a quem parece estar predestinado algum tipo de glória. Ele faz parte da tripulação do Rakuyo, navio cargueiro que o transporta ao porto de Santos, aqui no Brasil, e às sombrias aspirações que o atormentam. Mas não só ondulante é Ryuji: ele também aporta e é atraído pela terra firme, onde se lhe oferece uma vida muito diferente da marítima. Yukio Mishima constrói uma engenhosa história com este personagem que trava diversas relações e é apresentado através de cada uma das perspectivas de seus interlocutores, fora a do narrador. Assim, o personagem e, por extensão, sua jornada acabam por ser multifacetados e não se deixam definir unilateralmente, dando aos leitores o que pensar e interpretar.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O marinheiro que perdeu as graças do mar”, de Yukio Mishima, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2022 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Estação Liberdade

Páginas: 176

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6586068258

ISBN13: 9786586068252

  • Peso (kg): 0,255
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,10

Sobre o autor

A leitura dos livros de Yukio Mishima é marcada por um contraste intenso entre delicadeza e tensão dramática, onde o lirismo convive com conflitos profundos. A prosa pode ser cristalina e quase poética, mas nunca perde a capacidade de evocar emoções complexas, como o amor proibido, a obsessão e o embate entre tradição e modernidade. O ritmo varia entre momentos contemplativos e passagens carregadas de urgência, criando uma experiência que tanto convida à reflexão quanto ao impacto emocional. Personagens jovens frequentemente enfrentam dilemas existenciais e sociais, revelando suas vulnerabilidades e paixões em ambientes que oscilam entre o íntimo e o coletivo. Essa combinação resulta em narrativas que exploram a intensidade dos sentimentos humanos e suas consequências, deixando no leitor uma sensação de inquietação e questionamento.

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Sobre a editora

Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.

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