
Título: O Melhor de Mario Quintana
Autor: Armindo Trevisan
Sinopse: Esta obra é uma grande homenagem ao poeta gaúcho, nascido em 1906 e falecido em 1994. Armindo Trevisan e Tabajara Ruas analisam a vida e a obra do poeta, e comentam as fotos de Dulce Helfer, que, mais do que fotógrafa, era amiga de Quintana e acompanhou momentos de sua vida e de sua intimidade com as lentes da fotógrafa. Trevisan, em um comentário de uma fotografia, escreve uma carta endereçada à Quintana, que começa assim: Caro Poeta... Dulce Helfer realizou tua foto com engenho e arte. Fez de ti uma foto felina. Felina? De Fellini, e também, de felino... . Armindo Trevisan e Dulce Helfer selecionaram textos e poemas de Quintana para ilustrar a rica produção do poeta. No capitulo Mario, a cidade, seus personagens e amigos, eles reuniram depoimentos de Erico Verissimo, Paulo Mendes Campos, Marcelo Coelho e Luis Fernando Verissimo, e fotografias antigas de Quintana ao lado de Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e da sobrinha Elena. O livro ainda contempla a vida e a obra do poeta, e uma bibliografia detalhada.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Melhor de Mario Quintana”, de Armindo Trevisan, publicado pela editora AGE, em 2014 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: AGE
Páginas: 128
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788583431060
Sobre a editora
Os livros da editora AGE oferecem uma experiência de leitura que combina narrativas ficcionais com obras de caráter informativo e didático, muitas vezes com um tom acessível e direto. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o romance histórico, relatos pessoais marcados por contextos políticos e sociais, e textos que explicam temas científicos e culturais de forma clara para o público leigo. Há também espaço para obras que exploram temas regionais e culturais brasileiros, além de abordagens que misturam ficção e realidade, como relatos de personagens em situações extremas ou reflexões sobre identidades culturais. O ritmo das obras varia entre o envolvente e o reflexivo, com narrativas que ora são densas, ora mais leves e até humorísticas.
