
Título: O Melhor que um Homem Pode Ter
Autor: John O´Farrell
Sinopse: Esta estreia literária do britânico O’Farrell é uma história divertida e quase cândida, a que não falta uma sagacíssima capacidade de observar as pequenas coisas que definem as pessoas. Acima de tudo é uma obra-prima de compreensão da mente e das emoções masculinas quando, com a chegada das crianças, a relação de qualquer jovem casal começa a sofrer drásticas alterações. Michael Adams, o protagonista, é um compositor que ganha a vida criando jingles para anúncios publicitários. Isto, agora que se encontra casado com Catherine, a criar dois miúdos encantadores e absolutamente esgotantes, enquanto esperam um terceiro. Não fossem as pesadas responsabilidades familiares, Michael estaria talvez à frente de uma banda rock... Mas Michael invoca a necessidade de ganhar dinheiro como pretexto para se ausentar cada vez mais de casa e aluga um apartamento na outra margem do Tamisa com três amigos solteiros e à beira dos trinta. Michael leva uma vida dupla, secreta, um verdadeiro paraíso interrompido por idas e vindas ao ninho familiar. Mas poderá esta situação manter-se indefinidamente?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Melhor que um Homem Pode Ter”, de John O´Farrell, publicado pela editora Presença, em 2005 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 240
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722333976
ISBN13: 9789722333979
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
