
Título: O Menino que Achou Uma Estrela
Autor: Marina Colasanti
Sinopse: O que poderia fazer um menino ao ver, em uma manhã, depois de uma noite de forte tempestade, uma estrela-menina caída, encharcada e apagada? O personagem construído por Marina Colasanti, mesmo sem saber como lidar com uma criatura tão diferente, mesmo tendo de lidar com a incompreensão da mãe, não hesitou. Era preciso levá-la para casa, cuidar dela. Mas como? Parecia pesada demais para carregar no colo. Assim, durante dias, o menino ocupou-se da estrela tratando de mantê-la sempre aquecida e de renovar o leite na tigela… Com tantos cuidados, carinho e dedicação a estrela voltou a brilhar tão forte que o menino mal conseguia dormir… Mais uma vez não hesitou. Devolveu-a ao céu. Uma história de encantar. Afeto, ternura, atitudes altruístas têm faltado em muitos espaços e, muitas vezes, na sala de aula.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Menino que Achou Uma Estrela”, de Marina Colasanti, publicado pela editora Global Editora, em 2000 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526006487
ISBN13: 9788526006485
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,800
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
