
Título: O Menino Que Ninguém Amava
Autor: Casey Watson
Sinopse: Justin tinha apenas cinco anos quando a mãe, toxicodependente, o deixou sozinho em casa com os irmãos de dois e três anos. Desesperado, Justin acaba por incendiar a casa onde vivem e é então entregue ao cuidado dos serviços sociais. Seis anos mais tarde, e depois de ter passado por vinte colocações falhadas, Justin chega a casa de Casey e Mike - um casal de acolhimento especial, vocacionado para casos particularmente problemáticos, que está a pôr em prática um programa novo e complexo de gestão do comportamento. Mas Justin está profundamente traumatizado por uma infância marcada pela rejeição e pela dor e parece determinado em rejeitar com violência qualquer manifestação de afeto. Para Casey e Mike depressa se torna clara a dimensão do desafio que têm pela frente e, à medida que a terrível verdade sobre os primeiros anos de vida de Justin vai sendo revelada, apercebem-se de que estão a ver apenas a ponta do icebergue. Uma história verdadeira de abuso e abandono, que é também uma fonte inspiradora, plena de esperança e coragem, capaz de mudar a perspetiva que temos da nossa própria vida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Menino Que Ninguém Amava”, de Casey Watson, publicado pela editora Presença, em 2013 e com 238 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 238
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722351184
ISBN13: 9789722351188
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
