
Título: O menino que tecia sonhos
Autor: Bruna Longobucco
Sinopse: Algumas pessoas afirmam não se lembrar de nada ao acordar, contudo, todos nós sonhamos. Obras e pesquisas revelam que há tempos, cientistas, estudiosos ou mesmo interessados, tentam compreender o significado dos sonhos, sua influência no comportamento humano, a relação com os desejos inconscientes e, até que ponto, podem traduzir nossa natureza. Também é fato que se tenham registrado acontecimentos premonitórios ou mesmo inexplicáveis perante a razão. Há milênios, a própria origem da vida vem gerando teses e teorias acerca de seu surgimento, mas não há um conceito preciso ou absoluto para o mistério que envolve a existência. E, embora haja sempre argumentos científicos e claras noções, não se pode negar os pequenos milagres da vida. Na obra que se segue, elementos de fé e fantasia, entrelaçam sonho e realidade e, não se sabe até que ponto, O Menino que Tecia Sonhos é realidade ou imaginação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O menino que tecia sonhos”, de Bruna Longobucco, publicado pela editora CBJE, em 2004 e com 56 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: CBJE
Páginas: 56
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora CBJE oferecem uma experiência de leitura marcada por uma diversidade que vai da poesia visceral e social a narrativas de ficção com tons de aventura e mistério. A poesia aparece com frequência, explorando temas como a angústia existencial, a amizade e a sensibilidade diante do cotidiano, enquanto a prosa se aventura em histórias que misturam elementos fantásticos, conflitos humanos e transformações em cenários extremos. O tom das obras varia entre o lírico e o dramático, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto mais dinâmico, conforme o foco do texto. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, que envolvem personagens e enredos, e outras mais informativas ou reflexivas, como antologias e registros literários.
