
Título: O Mestre de Santo Agostinho
Autor: Maria Leonor Xavier
Sinopse: Esta é uma obra que trata de Filosofia da Linguagem, mas também de Filosofia do Conhecimento. Em diálogo com o filho Adeodato, Santo Agostinho começa por questionar a eficácia do acto de ensinar e, de caminho, o papel mediador da linguagem na relação entre mestre e discípulo. Com este exercício, Santo Agostinho distingue entre a pedagogia verbal, modo de ensinar por meio de palavras, da pedagogia ostensiva, modo de ensinar sem palavras, mostrando directamente as coisas, considerando que aquela pressupõe um conhecimento anterior por parte do discípulo e esta depende da actividade inteligente do observador. Daqui conclui que a linguagem não pode ser causa do conhecimento da realidade significada e que aprender não depende do saber do mestre exterior, isto é, aquele que usa a linguagem significante como meio de ensino - depende, sim, da luz do «Mestre interior», Cristo, que é a origem do conhecimento superior, a própria Verdade. A função do mestre deve ser, pois, despertar o discípulo para o conhecimento interior da verdade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Mestre de Santo Agostinho”, de Maria Leonor Xavier, publicado pela editora Porto, em 1995 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Porto
Páginas: 128
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9720410787
ISBN13: 9789720410788
Sobre a editora
Os livros da editora Porto trazem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas densas e textos de caráter mais didático ou analítico. O catálogo sugere uma atenção especial a temas históricos e culturais, como a exploração do petróleo no Brasil e histórias locais que revelam o cotidiano e a memória de cidades. Há também obras que exploram questões sociais, políticas e psicológicas, frequentemente com um tom reflexivo e crítico, como textos sobre sexualidade, educação e direitos trabalhistas. Em termos de narrativa, o leitor pode encontrar desde dramas familiares intensos até romances que exploram relações humanas com um ritmo que varia entre o contemplativo e o envolvente.
