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O Monstrinho Medonhento

Título: O Monstrinho Medonhento

Autor: Mário Lago

Sinopse: A Cidade dos Homens está em pânico, pois um novo monstro está para nascer na Monstrolândia. Entretanto, no Palácio dos Horrores tudo é festa: o primogênito do manda-chuva Monstro Terrível é aguardado com muita expectativa. O monstrinho Medonhento nasce, mas, para espanto do pai, sorri e pede licença. Em vão, Monstro Terrível tenta mostrar ao filho que tudo o que é humano é ruim e deve ser destruído. Medonhento acaba entrando em contato com os homens e gosta do que vê. Expulso, então, da Monstrolândia, vai para a Cidade dos Homens, onde também é repudiado. Mas, graças a seus bons sentimentos, acaba se transformando em menino. Batizado de Alfredo, o novo menino se mostra amigo de todos, prestativo e inteligente. Um dia, resolve passar um ano na cidade grande. Quando volta, parece estranho: só quer ficar na floresta, junto às árvores e riachos. Os adultos não o compreendem, mas as crianças o acompanham e explicam que Alfredo aprendeu que a cidade grande destruiu as florestas em nome do progresso. Todos então se juntam e se empenham em plantar árvores para ajudar a natureza.

Contexto da obra

Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Monstrinho Medonhento”, de Mário Lago, publicado pela editora Moderna Literatura, em 2004 e com 40 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.

Editora: Moderna Literatura

Páginas: 40

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8516041735

ISBN13: 9788516041731

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,115
  • Altura (cm): 24,00
  • Largura (cm): 17,00
  • Espessura (cm): 2,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Mário Lago traz à tona uma experiência marcada pelo contraste entre o relato íntimo e a crítica social. O ritmo varia entre momentos de humor irônico e episódios carregados de tensão, especialmente ao abordar períodos de repressão e censura. A prosa se revela acessível, com uma narrativa que mistura memórias pessoais e observações agudas sobre a vida urbana, especialmente do Rio de Janeiro. Em algumas obras, a fantasia e a simplicidade infantil aparecem para iluminar temas mais densos, criando um equilíbrio entre leveza e gravidade. O leitor é convidado a refletir sobre a convivência entre ideologia e cotidiano, enquanto acompanha personagens que transitam entre o público e o privado.

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