
Título: O monstro: Três histórias de amor
Autor: Sérgio Sant''Anna
Sinopse: Nas três narrativas de O monstro Sérgio Sant''''Anna mescla gêneros diversos, da epístola à entrevista policial, explorando mais uma faceta de seu universo surpreendente: feito de paixões rigorosas e raciocínios imprevistos, nele o insólito e o banal, o instinto e uma acurada reflexão mental caminham lado a lado.Os relatos aqui reunidos destrincham os próprios rituais de transgressão pelos quais o desejo se transforma em narrativa - e vice-versa.De comum, as três histórias trazem a marca de um erotismo que talvez seja mais da mente que do corpo e que nunca está isento de um voyeurismo cuja lógica implícita transforma o leitor em cúmplice de atos tresloucados.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O monstro: Três histórias de amor”, de Sérgio Sant''Anna, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1994 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 152
Ano: 1994
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571643660
ISBN13: 9788571643666
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,187
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
