
Título: O Mundo Perdido
Autor: Arthur Conan Doyle
Sinopse: Mistura de especulação científica, viagem no tempo e crônica de peripécias, a obra projeta sua influência sobre livros, filmes e quadrinhos. Liderada pelo professor Challenger, um paleontólogo excêntrico e carismático, uma expedição científica parte de Londres para explorar um território longínquo da Selva Amazônica, congelado desde o tempo em que os dinossauros vagavam sobre a Terra. Aparentemente impossível de penetrar, esse mundo perdido apresenta diversos perigos para os quatro membros do grupo, de homens-macaco selvagens a terríveis criaturas pré-históricas. Obra precursora de todos os livros e filmes sobre os dinossauros, o romance de Arthur Conan Doyle – o criador do célebre detetive Sherlock Holmes – foi lançado em 1912, mas permanece um irresistível clássico para todas as idades.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Mundo Perdido”, de Arthur Conan Doyle, publicado pela editora Todavia, em 2018 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Todavia
Páginas: 296
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593828760
ISBN13: 9788593828768
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Todavia costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a crônica social, o romance intimista e o ensaio político. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em contextos históricos e culturais complexos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais em meio a tensões sociais ou políticas. O tom varia entre o sóbrio e o irônico, com uma linguagem que ora é direta e clara, ora poética e reflexiva, convidando o leitor a uma reflexão crítica sobre temas como memória, identidade, violência e desigualdade. O catálogo revela uma preocupação constante com a representação de vozes marginalizadas ou pouco conhecidas, seja por meio de relatos de resistência, seja pelo exame das estruturas sociais que moldam essas vidas.
