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O Mundo Que Eu Vi

Título: O Mundo Que Eu Vi

Autor: Stefan Zweig

Sinopse: Stefan Zweig em suas próprias palavras, sem mediações ou intérpretes, em um dos melhores perfis que escreveu. Um vívido retrato de seu tempo. Stefan Zweig já vivia no Brasil quando escreveu seu livro de memórias, "O Mundo que Eu Vi". Na plácida cidade de Petrópolis, o escritor refez as trajetórias de suas várias vidas, como ele definia as fases contrastantes que experimentou. Festejado e banido, rico e pobre, Zweig funde suas vivências pessoais a momentos históricos cruciais. "Só um livro que a cada folha mantém o ritmo e arrebata o leitor até a última página me proporciona um deleite completo", diz Zweig. Este, sem dúvida, é um deles. Como austríaco, judeu, escritor, humanista e pacifista, Stefan Zweig esteve sempre onde os incontáveis abalos que atingiram seu tempo foram sentidos de maneira mais violenta. Perdeu a Viena de sua juventude para a Primeira Guerra Mundial, a Áustria de sua maturidade para Hitler, a Europa de sempre para a Segunda Guerra. Exilado no Brasil, definitivamente arrancado de tudo o que fora e formara seu mundo, ele faz dessas memórias um retrato lúcido e comovente de uma geração. Com sua lucidez habitual e uma dose extra de emoção, Zweig oferece um guia para se entender o presente e perceber os contornos do futuro. Inclui prefácio e posfácio de Alberto Dines.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Mundo Que Eu Vi”, de Stefan Zweig, publicado pela editora Record, em 1999 e com 528 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Record

Páginas: 528

Ano: 1999

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8501055484

ISBN13: 9788501055484

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Stefan Zweig é um mergulho intenso na complexidade da alma humana, onde o psicológico se revela em conflitos profundos e paixões avassaladoras. Sua prosa é fluida e envolvente, ora marcada por um ritmo tenso e dramático, ora por uma reflexão pausada e melancólica, que convida o leitor a contemplar dilemas morais e existenciais. Os personagens são desenhados com uma delicadeza que expõe suas fraquezas e desejos ocultos, revelando a ambiguidade dos sentimentos, especialmente em situações-limite. Há uma forte presença do feminino e do amor como tormento, mas também uma crítica sutil às convenções sociais e à hipocrisia burguesa. A experiência é marcada por um contraste entre o íntimo e o universal, onde o leitor é levado a questionar as motivações humanas mais profundas, sempre com uma escrita que combina elegância e densidade emocional.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Record costumam apresentar narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, seja por meio de contos com temas de memória e verdade, seja em romances que abordam tragédias pessoais e dilemas morais. A linguagem varia do lírico e poético ao direto e envolvente, com obras que transitam entre o romance histórico, o suspense policial e a literatura nacional contemporânea. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos densos e reflexivos e histórias que mantêm o leitor imerso em tramas emocionais, muitas vezes marcadas por conflitos íntimos e sociais. A diversidade de temas inclui desde investigações policiais até biografias e análises históricas, o que proporciona uma experiência de leitura multifacetada, sem perder o foco na profundidade dos personagens e das situações.

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