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O nada quotidiano

Título: O nada quotidiano

Autor: Zoé Valdés

Sinopse: "Ela chega de uma ilha que desejou construir o paraíso... Assim começa, e assim acaba, este romance cru e desesperado de Zoé Valdés, indubitavelmente a voz mais original e expressiva surgida na América latina, nos últimos anos. Pátria, a protagonista, chama-se assi m porque nasces no ano em que a Revolução triunfou em Cuba. Representa a primeira geração dos que nasceram e cresceram num sistema q ue deveria banir para sempre a injustiça. Porém, os anos goram passando e o paraíso prometido torna-se um inferno de frustação e pen úria, de apatia e desespero, do qual todos, adeptos e cépticos, amigos e inimigos, se sentem prisioneiros. Perante a desoladora real idade, Pátria, que prefere que lhe chamem Yocandra, procurana escrita, com a raiva que se segue à impotência, um caminho que a liber te di aneaçador vazio. Revoltando-se contra a submissa paixão que a liga a dois homens, o Traidor e o Niilista, Yocandra submerge-se no labirinto do nada e escreve, sobre si própria e sobre os outros, sobre o quotidiano e o banal, sobre o passado e o presente, para se vingar, escreve até que as palavras se apoderam dela e a empurram para um futuro desconhecido e incerto, no qual brilha ténue a ú ltima luz da esperança."

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O nada quotidiano”, de Zoé Valdés, publicado pela editora Teorema, em 1995 e com 167 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Teorema

Páginas: 167

Ano: 1995

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9726952840

ISBN13: 9789726952848

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Zoe Valdes transporta o leitor para um universo onde o íntimo e o político se entrelaçam com intensidade. O ritmo varia entre narrativas que se desenrolam com fluidez e outras que trazem uma tensão constante, fruto das dificuldades enfrentadas pelas personagens. A prosa é marcada por uma mistura de lirismo e realismo cru, que dá voz a mulheres fortes e complexas, muitas vezes confrontadas com a opressão e o exílio. As histórias exploram a memória e a identidade, revelando paisagens sensoriais que vão de Cuba a Paris, com personagens que vivem entre a esperança e o desencanto. Esse equilíbrio entre o pessoal e o coletivo cria uma experiência de leitura que provoca reflexões sobre o amor, a liberdade e a resistência.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Teorema convidam a leituras que transitam entre o íntimo e o coletivo, explorando dilemas morais, memórias históricas e a complexidade das relações humanas. A experiência de leitura frequentemente se desenvolve em narrativas que misturam o cotidiano com reflexões profundas sobre identidade, exílio, memória e cultura. O catálogo revela obras que oscilam entre a prosa literária mais densa e textos que adotam um tom mais acessível e até humorístico, oferecendo diferentes ritmos e climas, do suspense à melancolia. Muitas histórias destacam personagens em busca de sentido, seja em pequenas cidades, seja em contextos históricos marcantes, sempre com um olhar atento às nuances emocionais e sociais.

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