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O Napoleão do Crime

Título: O Napoleão do Crime

Autor: Ben Macintyre

Sinopse: Alarde geral: que espécie de ladrão seria ousado a ponto de invadir a prestigiosa galeria de arte Agnew, em Londres, e levar a Duquesa, o quadro mais caro já vendido até então? Durante 25 anos, o mistério ficou sem solução, e mesmo depois que o quadro foi restituído ao proprietário, quase nada se soube a respeito da identidade do ladrão. Só recentemente, no final do século XX, o enigma foi decifrado. Ben Macintyre responde às perguntas "quem?" e "por quê?" revelando uma extensa lista de delitos cometidos pelo mesmo homem: Adam Worth, o Napoleão do crime. Mais conhecido como Henry J. Raymond, Adam Worth não foi um ladrão qualquer. O próprio William Pinkerton, o mais famoso detetive do século XIX, não disfarça a admiração pelo bandido que começou como punguista e não tardou a liderar assaltos a bancos e trens sem deixar nenhuma pista. Pinkerton é incapaz de conter o elogio à "ética" deste "Napoleão", cuja lealdade aos subordinados foi a causa de sua derrocada e cujo horror à violência o distinguiu dos criminosos de seu tempo. Típico homem da era vitoriana, o milionário Raymond/Worth - bandido internacional por vocação, mas "homem de bem" até a morte - mostra-se dúbio como a sociedade em que brilhou. Quem mais, além de Worth, poderia servir de modelo a Sir Arthur Conan Doyle na criação do arquiinimigo de Sherlock Holmes, o professor Moriarty?

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Napoleão do Crime”, de Ben Macintyre, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1997 e com 407 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 407

Ano: 1997

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8535900063

ISBN13: 9788535900064

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Ben Macintyre é uma imersão em narrativas de espionagem e história militar que equilibram rigor documental e ritmo de thriller. A prosa se revela precisa, mas não seca, com momentos que evocam a tensão de jogos de confiança e traição, onde personagens complexos exibem suas contradições internas. O leitor é conduzido por histórias que se desenrolam entre bastidores de grandes conflitos, com foco em indivíduos cujas escolhas pessoais reverberam em cenários políticos amplos. A experiência envolve um olhar detalhado sobre estratégias, dilemas morais e o impacto humano das decisões secretas, sempre com um tom que mistura admiração e crítica sutil. Em seu conjunto, os livros de Ben Macintyre oferecem um convite a refletir sobre os limites entre lealdade e engano, coragem e vulnerabilidade.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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