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O Nicho da Vergonha

Título: O Nicho da Vergonha

Autor: Ismail Kadaré

Sinopse: "O Nicho da Vergonha" é, na grande praça da capital do Império Otomano, o local onde são expostas as cabeças dos inimigos derrotados ou dos grandes dignitários do estado caídos em desgraça. Em 1822, o nicho espera a cabeça de Ali Pachá de Tepelena, o rebelde que, na longínqua Albânia, declarou guerra ao sultão. Com mais de oitenta anos, Ali Pachá, que negociou com Napoleão e conheceu Byron, goza de uma reputação de invencibilidade, e as cabeças dos generais turcos que não conseguem vencê-lo sucedem-se no nicho da vergonha… Ismail Kadaré denuncia mais uma vez os mecanismos da opressão, neste caso um episódio sanguinário da ocupação otomana. Por se ter rebelado, a Albânia sofre o «estado de exceção »: supressão dos costumes, das tradições e da própria língua albanesa. Mas, ao mesmo tempo que Tundj Hata, o grande fornecedor do nicho da vergonha, percorre com a sua carroça negra os caminhos do Império, em busca de mais cabeças, os espiões do Palácio dos Sonhos relatam que num qualquer lugar, nos confins do estado otomano, num país que já não tem língua nem nome, alguém teve um sonho do qual depende talvez o destino de todo um povo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Nicho da Vergonha”, de Ismail Kadaré, publicado pela editora Sextante, em 2018 e com 197 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Sextante

Páginas: 197

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13: 9789896762353

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Ismail Kadaré é um mergulho em paisagens duras e carregadas de tensão, onde o passado e o presente se entrelaçam com um ritmo que ora é contido, ora se torna urgente. A prosa constrói imagens vívidas de territórios marcados por códigos ancestrais, guerras e tradições que pesam sobre as escolhas dos personagens. A narrativa oscila entre o íntimo e o coletivo, revelando conflitos morais e políticos que se manifestam tanto em pequenas decisões quanto em grandes eventos históricos. Há uma sensação constante de fatalidade, mas também de reflexão sobre o poder, a memória e a identidade. Essa experiência de leitura desafia o leitor a acompanhar histórias que se desenrolam em contextos complexos, onde o silêncio e o não dito são tão importantes quanto as ações explícitas.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Sextante costumam abordar temas de autoconhecimento, espiritualidade e desenvolvimento pessoal com uma linguagem acessível e prática, que convida o leitor a refletir e agir. O catálogo sugere uma predominância de obras que exploram a transformação interior, seja por meio da psicologia, da fé ou da filosofia, mas também inclui títulos que tratam de liderança, empreendedorismo e finanças pessoais, mostrando uma preocupação com o crescimento profissional aliado ao equilíbrio emocional. Há ainda espaço para livros ilustrados, guias com exercícios e relatos de experiências pessoais marcantes, o que revela uma diversidade de formatos e ritmos, do mais narrativo ao didático, sempre com um tom que mescla inspiração e aplicabilidade. A Sextante parece privilegiar obras que estimulam o leitor a buscar sentido, resiliência e criatividade em diferentes aspectos da vida.

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