
Título: O Nome da Rosa
Autor: Umberto Eco
Sinopse: Um estudioso descobre casualmente a tradução francesa de um manuscrito do século XIV: o autor é um monge beneditino alemão, Adso de Melk, que narra, já em idade avançada, uma perturbante aventura da sua adolescência, vivida ao lado de um franciscano inglês, Guilherme de Baskerville. Estamos em 1327. Numa abadia beneditina reúnem-se os teólogos de João XXII e os do Imperador. O objecto da discussão é a pregação dos Franciscanos, que chamam a igreja à pobreza evangélica e, implicitamente, à renúncia ao poder temporal. Guilherme de Baskerville, tendo chegado com Adso pouco antes das duas delegações, encontra-se subitamente envolvido numa verdadeira história policial. Um monge morreu misteriosamente, mas este é apenas o primeiro dos sete cadáveres que irão transtornar a comunidade durante sete dias. Guilherme recebe o encargo de investigar esses prováveis crimes. O encontro entre os teólogos fracassa, mas não a investigação do nosso Sherlock Holmes da Idade Média, atento decifrador de sinais, que através de uma série de descobertas extraordinárias, conseguira no final encontrar o culpado nos labirintos da Biblioteca. Esta nova tradução portuguesa de O Nome da Rosa é a primeira edição mundial da versão revista pelo autor. Uma nova tradução, admirável, do Professor Jorge Vaz de Carvalho que acaba de ser galardoado com o Prémio PEN Clube Português 2010 na categoria de ensaio, com a obra Jorge de Sena: "Sinais de Fogo" como Romance de Formação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Nome da Rosa”, de Umberto Eco, publicado pela editora Gradiva, em 2011 e com 616 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gradiva
Páginas: 616
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896164541
ISBN13: 9789896164546
Sobre a editora
Os livros da editora Gradiva costumam explorar temas densos e reflexivos, com uma forte presença de obras que discutem filosofia, ciência e história em profundidade. A experiência de leitura tende a ser intelectual e instigante, muitas vezes combinando rigor teórico com linguagem acessível, como é o caso de textos que abordam a filosofia da mente ou a história das ideias. Além disso, há títulos que trazem relatos históricos e ensaios que dialogam com acontecimentos contemporâneos e passados, oferecendo perspectivas críticas sobre política, sociedade e cultura. O catálogo apresenta tanto obras mais narrativas, que contam histórias humanas e sociais, quanto trabalhos mais informativos e didáticos, voltados para estudantes e leitores interessados em compreender conceitos complexos. Essa diversidade cria um contraste interessante entre textos que convidam à reflexão profunda e outros que estruturam o conhecimento de forma clara e prática.
