
Título: O Ocaso do Império: 1889 - 1989
Autor: Oliveira Vianna
Sinopse: Oliveira Viana escreveu O ocaso do Império em 1925, quando a capital da República estava mergulhada em grande controvérsia decorrente da celebração do centenário de nascimento de Dom Pedro II, que jogava monarquistas e republicanos desiludidos contra os velhos republicanos. Enfrentou o desafio de escrever a primeira análise não partidária da queda do Império, socorrendo-se do mesmo enfoque sociológico usado nas obras anteriores, como Populações meridionais do Brasil. O que distingue O ocaso do Império dessas obras é apenas a concentração da análise na dimensão política e ideológica. Oliveira Viana buscou a explicação da queda do antigo regime em alterações na legitimidade política, nos efeitos políticos da abolição, na expansão do ideal republicano e nas características psicológicas e organizacionais dos militares. No primeiro caso, foi buscar as origens da queda na crise de 1868, quando Pedro II, fazendo uso das atribuições do Poder Moderador, substituiu o gabinete progressista de Zacarias de Góes e Vasconcelos pelo do conservador Visconde de Itaboraí. A fragilidade institucional do sistema, diz Oliveira Viana, inspirando-se em Joaquim Nabuco, derivava da existência de um parlamentarismo sem opinião pública. Os últimos anos da monarquia foram marcados por um desencanto dos partidos com as instituições monárquico-representativas e pela descrença na viabilidade de um terceiro reinado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Ocaso do Império: 1889 – 1989”, de Oliveira Vianna, publicado pela editora Massangana, em 1990 e com 169 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Massangana
Páginas: 169
Ano: 1990
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8570191995
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Massangana costumam oferecer uma imersão profunda em histórias que dialogam com o passado brasileiro, especialmente em contextos históricos e culturais do Nordeste. A leitura frequentemente traz um tom reflexivo, com narrativas que se estendem entre memórias pessoais e análises sociais, muitas vezes atravessando décadas e abordando movimentos políticos ou culturais. O ritmo pode variar entre relatos mais densos, como os que reconstroem episódios históricos, e textos que evocam o clima de tradições orais ou contos fantásticos. O catálogo revela uma preocupação com a preservação da memória e o exame crítico de temas como política, cultura e sociedade, sempre com um olhar atento às especificidades regionais.
