
Título: O Oficio de Escrever
Autor: Frei Betto
Sinopse: Leitor obstinado e escritor prolífico, Frei Betto chega ao seu sexagésimo livro. Não à toa ele se dedica, nesta obra que marca um feito tão notável, justamente ao ato de escrever, para ele uma verdadeira missão. Em Ofício de escrever, Frei Betto discorre sobre seus hábitos, técnicas e os pequenos macetes que adquiriu com a experiência, oferecendo dicas preciosas para estudantes, professores e aspirantes a escritor. Mas sua análise não se restringe à sua própria obra. Ele também examina os processos criativos e a técnica de autores diversos, como William Shakespeare, Miguel de Cervantes, Tomasi di Lamepdusa, Antoine de Saint-Exupéry, T.S. Eliot e os mineiros Bartolomeu Campos de Queirós e Adélia Prado, entre outros, prestando uma verdadeira homenagem a seus escritores favoritos e à literatura.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Oficio de Escrever”, de Frei Betto, publicado pela editora Anfiteatro, em 2017 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Anfiteatro
Páginas: 176
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Anfiteatro costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla rigor acadêmico e abordagens acessíveis, atravessando temas históricos, artísticos e culturais com profundidade e clareza. Muitas obras exploram contextos sociais complexos, como o sistema prisional brasileiro ou movimentos políticos históricos, enquanto outras promovem diálogos entre linguagens, como a combinação de texto e imagem em narrativas híbridas. O catálogo revela uma atenção especial a ensaios e estudos que conectam passado e presente, além de reflexões sobre arte, escrita e design que convidam o leitor a observar o cotidiano sob novas perspectivas. A diversidade editorial indica obras que transitam entre o mais narrativo e o mais analítico, sempre com um tom que privilegia a reflexão sem perder a fluidez.
