
Título: O Orangotango Marxista
Autor: Marcelo Rubens Paiva
Sinopse: Neste livro bem-humorado, Marcelo Rubens Paiva lança um olhar irônico sobre nossa própria sociedade e aborda uma questão fundamental: o que nos torna humanos. O personagem desta história não é humano, mas é próximo de nós. Ele é um orangotango, mas não um orangotango qualquer. Capturado numa selva no Bornéu, separado da mãe ainda criança, foi enviado a um laboratório no interior de São Paulo, onde teve seus comportamentos estudados por uma tímida bióloga. Primeiro, aprendeu os princípios da linguagem de sinais. Depois, aprendeu a ler, à noite, sem que seus vizinhos de cela, ou os humanos ao seu redor, se dessem conta disso. Tomou conhecimento dos grandes filósofos. Considerava-se um darwinista, que depois se transformou num marxista. Movido por um acesso de ciúmes, é transferido para um zoológico na região, onde convive com outros símios e, aos poucos, descobre a possibilidade de dois novos prazeres: a liberdade e o amor. Descobrirá, também, que o caminho para isso é a revolução.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Orangotango Marxista”, de Marcelo Rubens Paiva, publicado pela editora Alfaguara, em 2018 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Alfaguara
Páginas: 112
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556520650
ISBN13: 9788556520654
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,258
- Altura (cm): 23,40
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Alfaguara convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o suspense intenso e a reflexão profunda sobre temas sociais contemporâneos. Em seu catálogo, convivem histórias que exploram desde crimes reais e suas consequências culturais até trajetórias pessoais marcadas por perdas e reconstruções, frequentemente ambientadas em contextos latino-americanos ou europeus. A prosa costuma alternar entre o ritmo acelerado de thrillers e o tom mais contemplativo de romances que investigam memórias e identidades, apresentando personagens complexos em situações limite. A diversidade de vozes sugere uma preferência por obras que desafiam o leitor a acompanhar tramas intricadas, ora com tensão crescente, ora com uma escrita mais densa e poética.
