
Título: O pensamento europeu no século XVIII
Autor: Paul Hazard
Sinopse: Foi a partir de 1715 que se produziu um fenômeno de difusão sem igual. O que até aí vegetara na sombra, revelou-se em plena luz, o que fora especulação de alguns raros espíritos, estendeu-se à multidão. Herdeiros sobrecarregados que somos, pesam sobre nós a antiguidade, a Idade Média, o Renascimento. Mas é o século XVIII que, com toda a evidência, somos os descendentes directos. Torna-se contudo impossível marcar marcar todo o pensamento europeu deste século numa só obra, pelo que esta se limita a uma única família de espíritos: a dos Filósofos, dos racionais. Àqueles actores de primeiro plano no drama do pensamento e não quiseram deixar o mundo como o haviam encontrado e que foram possuídos, a um ponto que parecemos hoje desconhecer, pela obsessão dos problemas essenciais: que é verdade?, que é justiça?, que é vida?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O pensamento europeu no século XVIII”, de Paul Hazard, publicado pela editora Presença, em 1984 e com 432 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 432
Ano: 1984
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722310909
ISBN13: 9789722310901
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
