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O Pianista No Bordel

Título: O Pianista No Bordel

Autor: Juan Luis Cebrián

Sinopse: Juan Luis Cebrián foi diretor-fundador do El País - o jornal espanhol que começou a circular em 1976, durante a transição do país para a democracia. Nas três décadas que se seguiram à criação do que é hoje o maior jornal da Espanha, Cebrián construiu uma carreira indissoluvelmente ligada à sociedade democrática. Em O Pianista no Bordel, Juan Luis Cebrián propõe uma coletânea de ensaios sobre o ofício ao qual dedicou toda sua vida: o jornalismo. Reflexões de primeira grandeza alinhadas a relatos sobre a eclosão do jornalismo como um grande instrumento de difusão cultural; a relação da imprensa com a democracia e seu papel de fiador da liberdade de expressão; a encarniçada luta do jornalismo contra o poder político, interessado em transformar informação em propaganda. Para, ao final, traçar algumas linhas mestras que definam o enfrentamento do desafio iminente do jornalista: vencer um novo tipo de censura que não tem origem em pressões externas, mas na própria sociedade midiática, cujos interesses econômicos nem sempre coincidem com a apuração da verdade e com a livre circulação da informação.

Contexto da obra

Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “O Pianista No Bordel”, de Juan Luis Cebrián, publicado pela editora Objetiva, em 2010 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.

Editora: Objetiva

Páginas: 168

Ano: 2010

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8539000458

ISBN13: 9788539000456

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,249
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre a editora

Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.

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