
Título: O planalto dos pássaros
Autor: Jorge Arrimar
Sinopse: A guerra que deslizava de norte para sul, teimando em violentar um país inteiro, ameaçava também uma vila pacata como a Chibia, cuja última invasão guerreira tinha acontecido em tempos que já lá iam, tão distantes para os vivos que só Vó Ana teimava em se lembrar. Uns ainda ficavam mas outros partiam, e António José, já na baía de Luanda, aninhava-se na voz triste do seu kissanje, que gemendo um som estranho, lhe trazia de outros tempos a voz do velho Tchóia, contador de estórias e de lendas. Abrem-se, então, novos capítulos deste romance que nos fala de uma Angola antiga, do século dezoito (...) Esta é a trama de O Planalto dos Pássaros, reconstituição ficcionada dos tempos remotos de uma Angola colonial e setecentista, cuja narrativa, carregada de simbolismo, apresenta ao leitor situações e personagens que o narrador vai descrevendo com ironia e humor; retratando-as na sua dimensão humana, com as suas virtudes e com as suas fraquezas e defeitos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O planalto dos pássaros”, de Jorge Arrimar, publicado pela editora Campo das Letras, em 2002 e com 198 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Campo das Letras
Páginas: 198
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9726105242
ISBN13: 9789726105244
Sobre a editora
Os livros da editora Campo das Letras convidam a uma imersão em contextos históricos e culturais densos, onde a narrativa frequentemente se ancora em episódios marcantes do século XX, como o franquismo espanhol e a literatura portuguesa. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e, por vezes, tenso, que explora conflitos ideológicos e identitários com profundidade. O catálogo revela um interesse claro por textos que mesclam análise política, memória social e literatura, com obras que transitam entre o ensaio, o romance e o drama. A linguagem varia do mais narrativo ao mais ensaístico, mantendo um ritmo que privilegia a densidade informativa e o rigor na construção dos temas. Em meio a esse panorama, a editora também apresenta trabalhos que dialogam com a cultura lusófona em suas múltiplas facetas, ampliando o espectro para além da mera crônica histórica.
