
Título: O Plano de Miss Fairbourne
Autor: Madeline Hunter
Sinopse: Um negócio gerido por uma mulher? Em 1798? Parece impossível! Mas é esse mesmo o plano de Emma Fairbourne após a morte do pai. Apesar de saber que se trata de uma jogada arriscada, ela está disposta até a contratar um belo e encantador homem para servir de disfarce, tudo para manter vivo o legado da leiloeira Fairbourne’s... Só que o patriarca Maurice Fairbourne tinha um sócio desconhecido, Darius, o Conde de Southwaite. Darius é um homem habituado a ter o que quer e sem o menor interesse em gerir uma leiloeira, muito menos uma (desconfia ele) envolta em escândalos que poderiam arruinar a sua reputação. Não contava era com a vontade férrea de Emma, cuja frontalidade é simultaneamente exasperante e sensual. Darius decide tentar então uma nova abordagem, que não só fará com que ela se renda a ele, mas proporcionará imenso prazer a ambos... Depois da série As Flores Mais Raras, Madeline Hunter volta a encantar-nos com a saga da família Fairbourne…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Plano de Miss Fairbourne”, de Madeline Hunter, publicado pela editora ASA, em 2015 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: ASA
Páginas: 416
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9892333446
ISBN13: 9789892333441
Sobre a editora
Os livros da editora ASA oferecem uma leitura que mescla narrativas históricas e romances de época com mistérios e dramas pessoais, frequentemente ambientados em cenários ricos e detalhados, como a Índia colonial, a Europa do século XX ou o universo vitoriano. O catálogo apresenta histórias que exploram conflitos internos e sociais, especialmente envolvendo mulheres em contextos de transformação cultural ou opressão, além de tramas policiais e aventuras que combinam suspense com elementos literários e culturais. A linguagem tende a equilibrar o tom emocional e o ritmo envolvente, proporcionando uma experiência que pode ser tanto introspectiva quanto dinâmica, com personagens que enfrentam dilemas morais e sociais profundos.
