
Título: O poder nos tempos da peste: Portugal - séculos XIV/XVI
Autor: Mário Jorge da Motta Bastos
Sinopse: "Ao discutir sua interessante proposta em vários capítulos, todos enriquecidos por vasta literatura com pertinente visão crítica, o autor [Mário Jorge da Motta Bastos] reproduziu acontecimentos e afirmações que falam das várias catástrofes, em diferentes épocas. O autor discutiu a questão do temor das pestes, as imagens e as expressões do castigo que aflingiam a humanidade, e conseguiu levantar a origem e o sentimento próprio do castigo: pecado, culpa e redenção. (...) Os tempos da peste foram por excelência, os da purificação espiritual, sobretudo, para o discurso cristão. O castigo, em última análise, visava afirmar aos homens a brevidade da vida e quão pacífica poderia ser sob a face bondosa do Pai. Redimir, resgatar, salvar, ainda que a ferro e fogo, esta seria a razão maior do castigo."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O poder nos tempos da peste: Portugal – séculos XIV/XVI”, de Mário Jorge da Motta Bastos, publicado pela editora EdUFF, em 2009 e com 212 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EdUFF
Páginas: 212
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8522805229
ISBN13: 9788522805228
Sobre a editora
Os livros da editora Eduff convidam a uma imersão em temas que transitam entre história, cultura e ciências sociais, com leitura que oscila entre o rigor acadêmico e a clareza acessível. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas que exploram processos históricos, identidades culturais e questões sociais, muitas vezes com foco no Brasil, mas também com olhares transnacionais. O tom varia entre análises detalhadas e relatos que trazem um ritmo que equilibra densidade conceitual e fluidez, favorecendo tanto o leitor especializado quanto o público interessado em aprofundar conhecimentos. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a pesquisa acadêmica, mas que não deixam de lado a dimensão humana e social dos temas tratados.
