
Título: O Poder Pelo Avesso da Literatura Brasileira
Autor: Jean Pierre Chauvin
Sinopse: O que Manuel Antônio de Almeida, Joaquim Maria Machado de Assis e Afonso Henriques de Lima Barreto têm em comum? Essa parece ser a pergunta que motiva o estudo de Jean Pierre Chauvin dada a público, pela primeira vez, neste livro. Ao concentrar-se na análise sobre as Memórias de um sargento de milícias (1855), O Alienista (1881) e Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá (1919), o autor sugere diálogos entre a literatura, a sociedade e a história, que favorecem a interpretação das obras pela ótica da construção e manutenção do poder pessoal, este mal equilibrado por entre os desvãos que embalam os privilégios e desmandos em nossa esfera pública. Longe de propor uma classificação dos autores e obras, usualmente afixados em movimentos ou escola s literárias, o ensaio preocupa-se em mostrar que a ficção - colada a alguns eventos de nossa história -, diz muito sobre o caráter artificial e oco de determinados discursos, quase sempre entoados pelo viés reducionista do personalismo, na reafirmação de favores e desmandos. Porventura decorra daí a força das personagens postas em exame: a malandragem de Leonardo; a ciência algo dogmática de Simão Bacamarte; a sabedoria de Gonzaga de Sá, calcada na ética, na doçura e na experiência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Poder Pelo Avesso da Literatura Brasileira”, de Jean Pierre Chauvin, publicado pela editora Annablume, em 2013 e com 236 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Annablume
Páginas: 236
Ano: 2013
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788539106028
ISBN13: 9788539106028
Sobre a editora
Os livros da editora Annablume oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com abordagens interdisciplinares, explorando temas como sociologia, filosofia, história cultural e arte. O catálogo privilegia textos densos e reflexivos, muitos deles frutos de pesquisas acadêmicas aprofundadas, que dialogam com áreas como educação, música, urbanismo e comunicação. A linguagem tende a ser analítica e cuidadosa, com obras que investigam desde movimentos sociais e produções artísticas até questões filosóficas e históricas, sempre com atenção ao contexto e às múltiplas camadas de significado.
