
Título: O Pontal do Pilar
Autor: Paulo Cesar Pinheiro
Sinopse: "Um dos mais importantes letristas da música popular brasileira escreve seu primeiro romance. Mais especificamente entre 1 e 10 de fevereiro de 2008, ou seja, em apenas dez dias, Pinheiro diz que ""psicografou"" a história de Zambiano, Zulina, Coré, Quiango, Quiloma, Quanzo, Zindo, Duilio, Culimara, Deodora, Maiana, Jordel, Véia Jamila, Ninda e tantos outros habitantes da imaginária Pontal do Pilar. A vila de pescadores é o lugar inventado por Paulo César Pinheiro para ambientar sua história. Um recanto paradisíaco perdido no meio do Brasil, de onde o progresso passou longe. Entre uma ponta e outra do livro, personagens místicos, sobrenaturais. História de gente do povo, costumes antigos, lendas, seres da terra, oriundos da natureza, uma parideira, um lobisomem. Descritos por uma linguagem coloquial, porém lírica, com influência ""afro""."
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Pontal do Pilar”, de Paulo Cesar Pinheiro, publicado pela editora Leya e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Leya
Páginas: 136
Ano:
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8562936057
ISBN13: 9788562936050
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Leya costumam levar o leitor a mundos ricos em fantasia e realidade, onde personagens enfrentam conflitos intensos, sejam eles pessoais, sociais ou históricos. A experiência de leitura varia entre narrativas épicas, como guerras e disputas pelo poder, e histórias intimistas que exploram relações familiares e jornadas de autoconhecimento. O tom pode oscilar do humor leve e criativo até a tensão dramática e o suspense, sempre com tramas que convidam à reflexão sobre temas como identidade, coragem, e transformação. O catálogo apresenta obras que transitam entre o fantástico e o realista, com ritmo que pode ser tanto acelerado e cheio de reviravoltas quanto mais pausado e contemplativo.
