
Título: O Povo é Imortal
Autor: Vassili Grossman
Sinopse: Inédito em Portugal, o primeiro romance de guerra de Vassili Grossman, um retrato espantosamente exato da vida dos soldados. Vassili Grossman escreveu três romances sobre a Segunda Guerra Mundial, cada um deles oferecendo uma visão distinta do que pode ser um romance de guerra, e cada um deles extraordinário. Um conjunto comum de personagens liga Stalinegrado e Vida e Destino, mas Stalinegrado não é apenas uma história comovente e emocionante sobre a crueldade do totalitarismo, é também um monumental memorial aos inúmeros mortos de guerra. Vida e Destino, por outro lado, mais do que um romance é uma obra de filosofia moral e política, e a questão profunda que explora é se é ou não possível comportarmo-nos eticamente perante uma violência avassaladora. O Povo É Imortal é algo completamente diferente. Passado durante os catastróficos primeiros meses da invasão alemã da União Soviética, esta é a história de um batalhão do exército enviado para travar o avanço do inimigo a qualquer custo, com o cerco e a aniquilação como fim prometido. Uma estimulante história de resistência, O Povo é Imortal é o romance como uma arma na mão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Povo é Imortal”, de Vassili Grossman, publicado pela editora Dom Quixote, em 2023 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Dom Quixote
Páginas: 320
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9789722078955
Sobre a editora
Os livros da editora Dom Quixote costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla densidade histórica e humana, frequentemente explorando os efeitos do passado sobre a vida individual e coletiva. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o íntimo e o político, com personagens que enfrentam dilemas morais, memórias dolorosas e transformações sociais, seja em contextos de guerra, regimes autoritários ou mudanças culturais profundas. O tom varia do contemplativo ao tenso, com histórias que vão do romance histórico ao thriller, passando por relatos de sobrevivência e ficção especulativa. A linguagem tende a ser elaborada, convidando o leitor a uma reflexão cuidadosa, e o ritmo pode oscilar entre o meditativo e o urgente, conforme o tema.
