
Título: O Prato Azul Pombinho
Autor: Cora Coralina
Sinopse: Versos… não… Poesia… não… Um modo diferente de contar velhas histórias. Assim, Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas, escreveu sobre sua produção literária. Aos 75 anos, publicou seu primeiro livro Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais. Nele foi editado o poema “O Prato Azul-Pombinho”, escrito com rara sensibilidade. Nessa nova edição, as ilustrações de Ângela Lago traduzem o clima do contar e recontar histórias. Nos versos, mescla-se a lenda da princesa Lili – criada e contada pela bisavó da autora, a partir dos desenhos do fundo do prato -, e as lembranças de sua infância em Goiás Velho. Era um prato sozinho,/ último remanescente, sobrevivente, sobra mesmo, de uma coleção,/ de um aparelho antigo/ de 92 peças. Isto contava, com emoção, minha bisavó. Um dia o prato apareceu quebrado. Cora é considerada culpada. A punição? Levar no pescoço, amarrado em um cordão, um caco do prato quebrado.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Prato Azul Pombinho”, de Cora Coralina, publicado pela editora Global Editora, em 2011 e com 40 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 40
Ano: 2011
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852601563X
ISBN13: 9788526015630
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
