
Título: O Primeiro Homem Mau
Autor: Miranda July
Sinopse: Cheryl é uma mulher reclusa e vulnerável. Ela é obcecada por Phillip, um sujeito galanteador e membro do conselho da empresa em que trabalha - uma organização que treina mulheres para autodefesa. Cheryl acredita que eles já fizeram amor em vidas passadas - mas ainda precisam consumar o ato nesta encarnação. Quando seus chefes pedem a ela que hospede brevemente Clee, a filha do casal, uma garota egoísta e cruel de 21 anos, seu mundo vira de cabeça para baixo. Mas é ela que traz Cheryl para a realidade e se torna o amor de sua vida. Lírico, engraçado, cheio de obsessões sexuais e amor maternal, este romance confirma Miranda July como uma voz espetacularmente original da cultura contemporânea. “Um retrato imensamente terno sobre a maternidade e o que significa cuidar de uma criança. July escreve sobre a descoberta do amor maternal com emoção genuína e poderosa.” - Michiko Kakutani, The New York Times
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Primeiro Homem Mau”, de Miranda July, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2015 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 304
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853592602X
ISBN13: 9788535926026
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,372
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
