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O primeiro leitor: Ensaio de memória

Título: O primeiro leitor: Ensaio de memória

Autor: Luiz Schwarcz

Sinopse: Em O primeiro leitor, Luiz Schwarcz reconstitui uma vida de amor ao livro e trata da capacidade única desse objeto de atravessar o tempo pela memória. A quem pertencem as páginas de um livro? Se autores dominam o espaço com suas palavras, as margens em branco e as entrelinhas são o lugar real e simbólico em que leitores estabelecem uma conversa única com o texto, diálogo secreto e silencioso que lhes permite manifestar suas subjetividades. Dentre os possíveis leitores de um livro, o editor surge como o primeiro deles, numa tarefa delicada, privilegiada e discreta. Combinando ensaio e memórias, Luiz Schwarcz traz essas e outras reflexões para tratar de sua experiência como fundador e editor da Companhia das Letras, além de lembrar pessoas que foram essenciais ao longo de sua trajetória, como Caio Graco Prado, José Paulo Paes, Paulo Francis, Susan Sontag, Rubem Fonseca, Amos Oz, Oliver Sacks, Jô Soares, José Saramago e Jorge Zahar. Ao transpor as vivências passadas para o curso da escrita presente, o editor-autor presta homenagem àqueles que influenciaram seu trabalho e realiza uma imersão sensível no mundo dos livros.

Contexto da obra

Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “O primeiro leitor: Ensaio de memória”, de Luiz Schwarcz, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2025 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 304

Ano: 2025

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13: 9788535940749

    Sobre a editora

    Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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