
Título: O problema do mal no pensamento de Agostinho
Autor: Makyl Angelo Xavier Mendes
Sinopse: A importância deste trabalho reside no resgate de valores imutáveis no aspecto ontológico que influenciará indelevelmente a filosofia medieval na escolástica. Voltando à fonte da religião, contextualiza a liberdade ética e substancial que Deus oferece por sua gratuidade: o amor, ele é o fundamento da reconciliação e potencializa pelo processo de “Iluminação Divina” a capacidade cognitiva do homem na busca pela verdade. Nesta obra, o tema da origem do mal conduz a questionamentos que afirmam categoricamente que o mal não tem origem em Deus, mas é consequência da contingência humana, como também de um mau uso da liberdade. O dualismo entre o bem e o mal evocado por Agostinho no período tardo-pagão nos mostra a profundidade do tema e a efervescência desses assuntos não somente no âmbito eclesiástico, mas também entre os filósofos dessa época. Por exemplo, no gnosticismo e no movimento maniqueísta. Na presente obra daremos maior atenção aos maniqueístas porque seus pressupostos ontológicos foram combatidos diretamente pelo bispo de Hipona.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “O problema do mal no pensamento de Agostinho”, de Makyl Angelo Xavier Mendes, publicado pela editora Edições Loyola, em 2020 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 80
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555040181
ISBN13: 9786555040180
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
