
Título: O Quatrilho
Autor: José Clemente Pozenato
Sinopse: Deixando sua pátria em busca de melhores dias, grandes levas de imigrantes italianos dirigiram-se à distante América na segunda metade do século XIX. Sem perspectivas na península ou embalados nas promessas de um futuro dourado, enfrentavam os perigos de uma longa e demorada travessia marítima, que muitos nem chegariam a completar, desaparecendo para sempre nas profudenzas do oceano. Uma considerável parcela destes pobres aventureiros aportou ao extremo sul do Brasil, onde eles, seus filhos e netos, submetidos às injunções do tempo e do meio, construiriam, com os defeitos e as qualidades de todos os deslocados sociais, uma sociedade próspera e relativamente igualitária baseada sobre a pequena propriedade rural e, posteriormente, sobre o comércio e a indústria. Esta saga, pela primeira vez resgatada por um ficcionista brasileiro - à parte textos em dialeto vêneto como o Nanetto Pipeta e outros poucos - encontra em José Clemente Pozenato seu grande cronista, revelando-se, indiscutivelmente, como um dos mestres da narrativa brasileira atual.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Quatrilho”, de José Clemente Pozenato, publicado pela editora Mercado Aberto, em 1995 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mercado Aberto
Páginas: 216
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8528003183
ISBN13: 9788528003185
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Mercado Aberto costuma mergulhar o leitor em narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais, frequentemente ambientadas em contextos brasileiros ou sul-americanos. O catálogo apresenta obras que transitam entre a ficção literária, com contos e romances que abordam temas como identidade, memória e conflitos familiares, e textos que dialogam com a história e a cultura regional, especialmente do Rio Grande do Sul. Há também uma presença marcante de obras que tratam de questões sociais e culturais, como a negritude, a marginalização indígena e os impactos da ditadura, sempre com um tom que convida à reflexão. Além disso, o material sugere uma diversidade de estilos, do mais narrativo e sensível ao mais ensaístico e crítico, com algumas obras voltadas ao público jovem e outras que dialogam com leitores adultos.
