
Título: O Que Deve Ser Feito
Autor: Hans-Hermann Hoppe
Sinopse: Em O Que deve ser feito, Hans-Hermann Hoppe faz uma dissecação da natureza do estado democrático moderno e apresenta uma estratégia para uma revolução libertária de baixo para cima. Hoppe começa com o exame da natureza do estado definindo-o como "um monopolista territorial da defesa e da aplicação da lei e da ordem financiado compulsoriamente". Como qualquer monopólio, o monopólio da aplicação da lei também gera preços mais altos e piora na qualidade dos serviços. Por que esta situação é tolerada? Os estados democráticos modernos, num grau muito mais elevado que as monarquias e os estados principescos de antigamente, são vistos como morais e necessários, mesmo diante de inúmeras evidências contrárias. Os cidadãos dos estados democráticos consideram que lei e ordem são o que o estado determina que sejam, e isto resultou em um longo período de centralização e consolidação do poder dos estados. Como os libertários podem lutar contra esta tendência? HHH oferece um programa capaz de pavimentar a estrada rumo a uma nova sociedade livre.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “O Que Deve Ser Feito”, de Hans-Hermann Hoppe, publicado pela editora LVM Editora e com 49 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: LVM Editora
Páginas: 49
Ano:
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8581190693
ISBN13: 9788581190693
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,055
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora LVM Editora convidam o leitor a uma imersão densa e reflexiva no pensamento econômico, político e histórico, com ênfase na tradição liberal e libertária. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram desde análises detalhadas sobre o papel do Estado e do mercado até estudos históricos que contextualizam revoluções e lideranças políticas. O catálogo privilegia uma linguagem que, embora acessível, preserva o rigor conceitual, com obras que apresentam tanto narrativas críticas quanto argumentos teóricos e práticos. O tom geral é sério e analítico, com ritmo que varia entre ensaios acadêmicos e textos mais diretos, voltados a leitores interessados em filosofia política, economia e história contemporânea.
