
Título: O Que e Uma Escola Livre?
Autor: Lisette Lagnado
Sinopse: Como parte das comemorações pelos 40 anos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, o livro O que é uma escola livre? apresenta uma compilação de mais de cem depoimentos de personalidades do mundo da arte – dentre elas artistas, críticos, poetas, pensadores, professores, estudantes, curadores e dirigentes de instituições no Brasil e no exterior. Escritos especialmente a convite da diretora da instituição, Lisette Lagnado, que também é organizadora da publicação, os depoimentos são as respostas à pergunta que dá título ao livro. O resultado plural das contribuições dos participantes, todos eles ligados à EAV em algum momento de sua história, abrange textos, poemas, fotografias, desenhos e até um QR code que remete a um poema. Para a elaboração do livro, Lisette Lagnado coordenou uma comissão editorial integrada por Fernando Cocchiarale, Helio Eichbauer e Roberto Conduru (que formam a Comissão de Ensino da Escola), Marcio Botner (presidente da Oca Lage), e Marcelo Campos (coordenador do Memória Lage).
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “O Que e Uma Escola Livre?”, de Lisette Lagnado, publicado pela editora Cobogó, em 2015 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Cobogó
Páginas: 176
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8555910005
ISBN13: 9788555910005
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 14,70
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
