
Título: O que o meu coração aprendeu
Autor: Cláudio BOMTEMPO
Sinopse: Aos 19 anos, Floripes Dornelas de Jesus, carinhosamente apelidada pelos amigos e familiares de “Lola”, sofreu um acidente que mudou o rumo de sua vida. Ao se desequilibrar e cair do alto de uma árvore, ela teve graves ferimentos que a tornaram paraplégica. Além de perder os movimentos das pernas, vivia cotidianamente com dores atrozes em seu corpo. Entretanto, isso não a impediu de redescobrir sempre com maior profundidade a fé em sua devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Segundo testemunhas, após o acidente, Lola viveu longos anos alimentando-se apenas da Sagrada Eucaristia. Este livro narra algumas passagens de sua história vista aos olhos de seu médico e amigo, o Dr. Cláudio José Coelho Bomtempo. “Ao Sagrado Coração de Jesus e a Nossa Senhora confio o caminho que o processo das virtudes de Dona Lola há de percorrer e peço a Deus que recompense o empenho exemplar do Dr. Cláudio Bomtempo.” (Dom Luciano Mendes de Almeida †, Arcebispo de Mariana, MG)
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “O que o meu coração aprendeu”, de Cláudio BOMTEMPO, publicado pela editora Edições Loyola, em 2024 e com 132 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 132
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9786555044003
ISBN13: 9786555044003
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
